 |
EM RECESSO
Com o fim da IV Mostra, não sabemos ainda o que vai acontecer. A gente tinha um projeto fudido pra comemorar os 25 anos do Grupo, mas não fomos aprovados na Lei do Fomento e com isso ficamos na impossibilidade de realizar o que a gente tinha planejado. Os integrantes do Grupo estão envolvidos em outros trabalhos fora do Grupo e por enquanto é tudo muito incerto. Só sei que a gente inaugura no dia 02 de Agosto o Espaço Cemitério de Automóveis em Londrina. Vamos apresentar "Efeito Urtigão" e lançar o livro de fotos do Grupo. E por enquanto é isso aí.
Escrito por Cemitério de Automóveis às 09h45
[]
[envie esta mensagem]
Foi du caralho. O encerramento da Mostra foi du caralho. Duas sessões lotadas de "Chapa Quente". Ainda ficou gente pra fora na segunda sessão. A festa foi du caralho. É claro que eu particularmente, senti falta de uma pá de amigos. Mas quem esteve lá e é da praia, se divertiu pra caralho. Quando digo isso, só quero dizer que quem não é da praia pode achar tudo uma grande merda. Começou meio tímida, com Amalfi e Kim brincando de guitar hero. Aí fui lá e cantei "Cachaceiro". Linari mandou "Confortável" do André Cristovam e as coisas começaram a acontecer. Linari e eu fizemos "Juke Box" e depois Picanha chegou junto e a gente mandou "Nossa Vida não vale um Chevrolet" e "O Rei da Ralé". Fernanda chegou, cantou seus blues rasgados e depois a gente improvisou alguns jazzinhos da "Tempo Instável". Picanha, é claro cantou "Roadhouse Blues" e depois Linari se juntou a ele e celebramos "Sweet Home Alabama" com Picanha cantando versos da música em francês. Aí na sequência aconteceu o que podia acontecer de mais acachapante. O mito Diniz subiu lá e cantou. Não tenho palavras pra descrever a experiência. Simplesmente inesquecível. Ainda teve André Ceccato cantando "Marisa Monte" e "Pink Floyd". Infelizmente a fita de vídeo já tinha acabado nessa hora. Foi foda. Depois discotequei um pouco até uma hora que cansei e mandei ver alguns blues que eram só pra mim mesmo. Não tava nem um pouco preocupado se alguém tava curtindo. E fiquei bebendo conhaque e pensando que a vida no geral é triste pra caralho, mas há momentos que são únicos e que podem fazer você voltar a acreditar em redenção, pedaços de céu e uma brisa fresca numa praia abandonada. Há momentos assim. São só momentos, é claro, mas valem a pena pra caralho.
Escrito por Cemitério de Automóveis às 15h23
[]
[envie esta mensagem]
|
 |
 |